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    Ainda na luminaária zome


    Ainda trabalhando nas luminárias do espaço, mas chegando lá. Duas prontas, uma quase e uma por fazer. Talvez eu consiga terminar hoje.

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    Amora e Luna


    Amora e Luna (e eu não consigo uma foto com as duas olhando a câmera).

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    Rebaixo


    Rebaixo que fiz para um cliente, foi bom para aprender alguns truques novos com a microrretífica, que quero usar mais pra frente em algumas brincadeiras.

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    Orquídea


    Três anos atrás comprei uma orquídea para a esposa, que seguiu o caminho natural das plantas de casa. Enfeitou por duas ou três semanas, perdeu as flores, acabou. Com dó de jogar fora, amarrei numa árvore ali fora e esqueci dela. Até achei que tinha morrido.

    Até que, de repente, tcharaaam! Estava pensando em quantos artistas às vezes precisam de dois ou três anos esquecidos perto de uma árvore para reaparecer com algo incrível.

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    Voltei a treinar calistenia.

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    Luminária Zome


    Fazer mais de uma luminária ao mesmo tempo é realmente mais rápido do que fazer uma de cada vez (no caso, são 3 luminárias, o protótipo está pronto). Por outro lado, são tantas pecinhas para lixar e envernizar! Na foto, metade das peças. Para a outra metade vai corante preto no verniz.

    Na real, mal posso esperar, vai ficar lindão pendurado no teto. Se tudo correr bem, talvez eu instale ainda essa semana.

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    Dizem que a carreira ideal é aquela que você queria quando era criança. Mas a vida não é uma linha reta, a gente tem que dar voltas e voltas até achar o que talvez seja aquilo que deveria fazer.
    Quando eu era pequeno ficava maravilhado com o depósito de sucatas e ferro velho do sítio (todo sítio tem um canto para onde vão postes, vigas, implementos quebrados e todo o tipo de coisa que “sobrou, mas pode ser util”).

    Certa vez, li um relato de uma mulher que havia assumido a fazenda do avô falecido, e quando entrou no celeiro havia metros e metros de fios, cabos e arames. A primeira ideia era jogar fora toda aquela tralha, mas com todas as mudanças, isso ficou para mais tarde. Com o passar do tempo, foi descobrindo para que serviam todos aqueles fios (consertar cerca, amarrar coisas e gambiarras diversas, permanentes ou temporárias — na verdade, tudo é temporário, dependendo da sua escala).

    Voltemos ao pequeno Rodrigo no depósito de sucatas imaginando os varios projetos que eu poderia fazer com tudo aquilo. Hoje continuo igual, com um pouco mais de experiência e capacidade, e menos tempo.

    Mas, como adulto precisa ganhar dinheiro, inventei essa aula maker, ensinando crianças a fazer tudo aquilo que eu gostaria de fazer quando criança, quando assistia as experiências do X-Tudo e não conseguia fazer porque sempre faltava a algum material.

    Porque desde sempre o que muita criança quer mesmo é pegar uma parafusadeira, um martelo, uma tesoura, e sair fazendo coisas.

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    Rotina mais em ordem agora que as crianças voltaram à escola, mas, com isso, acordar cedo está fazendo com que eu não durma o suficiente. Preciso parar de jogar Spiritfarer até tarde. Comprei um novo programa de treino de calistenia, do mesmo professor que eu havia comprado alguns anos atrás, essa versão vem com aplicativo. É aquela coisa, se o programa for incentivo o bastante para eu manter uma rotina de treino, terá valido o investimento. Mas corre o risco de ser aquela academia que você paga o semestre e vai só um mês. Veremos. Vou tentar a organizar meu dia de maneira mais sistemática, principalmente para não chegar no fim do dia com aquela sensação “nossa, dia cheio, não fiz nada”, que me acontece bastante.

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    Olha o coelho!


    E não é que tinha um coelho bem do ladinho do espaço, passeando na moral, só porque os cachorros estavam presos? Eu sei que é “só” um coelho (ou talvez uma lebre, não sei identificar esses bichos), mas eu AMO esses encontros com a vida selvagem inusitada que tem aparecido por aqui.

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    A Fonte da Juventude


    Cafezim ritual de todo dia cedo.